segunda-feira, 12 de maio de 2008

As pessoas...

Ah...as pessoas.

Sabe, hoje eu acordei com inspiração pra escrever tanta coisa, mas ao abrir meu blog, acabei mudando de idéia sobre o que eu ia escrever. Quero falar sobre as pessoas que "se acham". Se acham inteligentes, se acham espertos, acham que "têm sacadinhas superinteressantes", se acham o último biscoito do pacote, enfim...realmente se acham o máximo. O pior é quando temos que aguentar as "piadinhas inteligentes", a zoação, as chacotas...nem sei como me expressar mas, detesto pessoas que se acham inteligentes e fazem piadinhas inteligentes sobre os outros, e acham que estão abafando. Sei que a linguagem tá meio xula mas é o que essas pessoas merecem...uma linguagem xula ao nível das suas atividades cerebrais. Tanta coisa útil pra fazer. Tantas maneiras bacanas de ser notado sem ficar pedindo atenção o tempo todo, como por exemplo um blog notório de crônicas que eu descobri, li e me apaixonei pela maneira como o autor escreve. Nesse blog eu encontrei uma simplicidade tão sedutora que me vi por horas lendo as postagens, e o que é mais bacana: O autor não ficou me enchendo o saco pra visitar o blog, nem ficar postando comentários...Eu simplesmente entrei pra xeretar o conteúdo e acabei me surpreendendo. Lendo o blog "OLHANDO PRA GRAMA" escrito por Igor Lessa, me senti salva das futilidades da internet vendo que tem muita gente boa que vale a pena acompanhar, e que não é só piadinhas infames com o nariz da Joaquina, ou com os pneus da Maria, ou com o cabelo sarará da Mafalda, não é só peitos, bundas, carinhas bonitas, sexo, fofocas de tv, etc...As pessoas me fascinam. Sou muito observadora e adoro observar o comportamento das pessoas, mas só observo num âmbito pessoal e à título de conhecimento e experiência pessoal...aliás... vocês notaram quantas vezes eu citei "pessoas" nessa postagem...rsrs. E por falar em quantidade de citações, etc, e afins...blá blá blá...outra coisa que eu queria comentar hoje, e na verdade vou falar disso pela 2º vez aqui no blog. É sobre o caso Isabela Nardoni. Mas é só uma notinha, não vou me aprofundar no assunto...Eu queria saber se alguém vai contar quantas vezes a Tv Brasileira vai repetir a entrevista de Ana Carolina, mãe de Isabella, dada ontem ao Fantástico? Sim porque, eu não consegui contar quantas vezes foi exibida a do casal assassino, até porque eu tenho muito mais o que fazer.
O caso é que: Se para cada vez que foi dito na tv e pelo Brasil inteiro os nomes...Ana Carolina Jatobá, Alexandre Nardoni, Isabella Nardoni, Ana Carolina de Oliveira e "caso Isabella" e quantas vezes foram exibidos videos deles no Youtube, e quantas comunidades foram criadas pra menina no orkut, quantos membros entraram pras comunidades, quantas mensagens foram enviadas contendo esses nomes, se para cada vez contada eu ganhasse hum real, eu estaria milionária à essas horas. Na boa, só escrevi sobre isso pra dizer que eu não aguento mais ouvir falar em caso Isabella...tanta gente morre, são cometidos tantos crimes hediondos sem resolução e que nem chegam ao conhecimento público. Depois que o caso Isabella veio ao conhecimento público, o Brasil se esqueceu por completo do caso de tortura da menina de 12 anos, e assim vai, é um escândalo encobrindo o outro.

Lembro - me que há algum tempo atrás, neste blog mesmo, eu dei um TROFÉU BLÁH pra um indivíduo que não sabe lhe dar com a internet e com a opinião das pessoas...pois é, vou ter que dar outro hoje:



AND THE WINNER IS...




...(não sei se o nome do autor do blog é Doner ou Duka...tanto faz, seja quem for o autor do "ENTREVISTA LIVRE"

Não aceita elogios, o que dirá críticas...rsrsrs.

!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Que merda...vou ter que ficar editando essa pôrra toda hora? Que saco!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Por enquanto é só, se der na telha eu volto!

2 comentários:

Duka disse...

hummmmmmmmm


entendi, desculpas



mas pesquise sobre o uso de ponto de exclamação "!"

Gigi disse...

Eu odeio pseudo-intelectuais. Conversas cheias de citações, falar de cinema citando filmes desconhecidos de diretores iranianos, ficar falando em público sobre o último livro que leu - entre outros clichés, me dão nos nervos.
Senti muito medo desse palhaço.