...Mas, a culpa é minha, toda minha!
Minha, porque, sempre que posso, dou minha ausência como prêmio à quem não sente a minha falta, afinal, já dizia o velho ditado:
"Quem não é visto, não será lembrado."
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Pretensiosa
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Pensamentos Por Minuto...
"Não quero mais estar entre as frestas na sua vida. Vou aparar as arestas, a fim de evitar mais tropeços."
terça-feira, 2 de julho de 2013
Pensamentos Por Minuto...
Enquanto você se "pré"-ocupa com toda e qualquer outra coisa, eu me "pré"-ocupo somente com você.
domingo, 30 de junho de 2013
Pensamentos Por Minuto...
"Os momentos em que você deveria se lembrar de mim, são justamente os que te fazem se esquecer de mim."
sábado, 29 de junho de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Subentendido
"Ando buscando inspiração
para dizer, nas entrelinhas,
tudo o que penso
Porque penso que lhe ser tão clara
seria como o vento te soprando um furação
Pois minha verdade te derrubaria
e te roubaria o chão dos pés
É que nunca pensei invadir seu espaço
Ainda não fui convidada a tal feito
E, se eu tenho algum direito
Diga, por favor!"
(Giselle Vergna 12/09/2012)
O Amor Envelhece?
"O amor está ficando velho e cansado.
Cansado, porque não posso praticá-lo
Cansado, porque não posso usá-lo em sua totalidade,
e, ele é tão grande que eu demoraria uma vida inteira pra gastá-lo.
Está ficando velho e empoeirado, mofando dentro da gaveta,
porque não posso mostrá-lo, é errado! Tem que esconder!
O amor está velho e cansado de tanto esperar.
Está ficando cansado,
porque não sobrevive a 20 minutos de cama...
...ou duas horas por semana..."
(Giselle Vergna - 11/01/2013)
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Aperte o 'FODA-SE' e seja feliz!
Então...é assim: Há muito tempo deixei de me importar com o que os outros pensam à meu respeito. No passado, por conta disso, deixei passar por mim, excelentes oportunidades, deixei inclusive de realizar alguns sonhos que eu tinha (na verdade, só adiei a realização deles) ...justamente por me importar com a opinião alheia, e mesmo a opinião de pessoas do meu convívio, como família, amigos, namorado...enfim...
Com o tempo, fui percebendo que o que eu estava fazendo na verdade era tentando agradar a todos à minha volta, menos a mim, que era o que realmente interessava, e, me magoando, me anulando cada vez mais como 'indivíduo'. Deixei de fazer muita coisa, deixei de me expressar da maneira como eu queria, por pensar primeiro se fulano aprovaria, se ciclano acharia imoral, e bláh, bláh, bláh. O fato é que o que parece certo para algumas pessoas, para outras pode não ser, e vice e versa. Como minha mãe diz (apesar de não praticar as palavras que profere): "Cada cabeça uma sentença".
Mas como todo ser humano (ou não, né...vai saber?) eu preocupo com a minha integridade moral. Também não vou sair por aí feito uma louca, fazendo ou dizendo tudo o que me dá na telha, é claro! Mas, descobri que sou realmente livre, meu pensamento é livre, minha opinião é livre, por mais que alguns não concordem, ainda assim é a MINHA opinião. Isto não significa que eu não possa mudar de opinião, porque, outra coisa que eu aprendi durante esses anos todos foi a ouvir os outros lados da história e refletir.
Fui criada e educada moralmente pra não me expor de maneira displicente e vulgar. Aprendi direitinho, mamãe! Sei bem me comportar. Mas isto não significa que não posso dar uma gargalhada daquelas que faz todo mundo se incomodar com o riso alto, não me impede de frequentar quantas e quais baladas eu quiser, ou, dançar de maneira ridícula e pagar o maior mico. E, porque sou mulher, não significa que eu não possa falar palavrões, e eu falo muitos!!! Não significa que eu não possa me relacionar com quem e "com quantos" eu quiser (apesar de não gostar desse negócio de "ficar" ou "pegar"). Quem me conhece DE VERDADE, sabe que não sou disso, e sabe também que gosto de relacionamentos duradouros, com amizade e cumplicidade e não fricotes de uma noite e nada mais.
Aí, alguém vai ler isto aqui e vai se perguntar: "Mas, se ela não se importa, por que tá dizendo tudo isso nesse texto?"
É porque as vezes, sinto as minhas orelhas queimarem, aparentemente sem motivo...rs
Não! Claro que não é isso!
Eu disse, no começo, que não me importo mais com a opinião alheia sobre a mim e a vida que eu levo, mas, não significa que eu não vá me incomodar com ironias e piadinhas infames a meu respeito, que eu percebo no ar por aí. E acredite se quiser...até minha mãe faz isso, sem querer, mas, faz. O fato é que, estou solteira há quase três anos (por opção!). Eu precisava, e, ainda preciso desse tempo sozinha. E, não! Não estou me colocando à disposição! Deus me livre!!!
Enfim, chegamos ao fim to texto! O que eu realmente queria dizer com tudo isso é: Vou onde eu quiser, faço o que eu quiser, saio com quem eu quiser, 'dou' pra quem e pra quantos eu quiser, e ninguém tem nada a ver com isso a não ser eu mesma!!!
E se tem alguém incomodado com isso, por gentileza...Primeiro, pague todas as minhas contas! Assim, talvez lhe concederei o direito de falar sobre mim e a vida que eu levo deixo de levar. Daí, logo depois -VÁ SE FODER-, e cuidar da sua vidinha feliz!

E, siiiiiiiiiiiiiiiiiim...antes que alguém responda com outra: Isto é sim, uma puta d'uma indireta!
E... um delicioso e sonoro -FODA-SE!- pra quem de repente se ver vestido com essa carapuça :-D
Peguei pesado, eu sei. Mas, as vezes é necessário apertar o foda-se e ser feliz ;-)
Com o tempo, fui percebendo que o que eu estava fazendo na verdade era tentando agradar a todos à minha volta, menos a mim, que era o que realmente interessava, e, me magoando, me anulando cada vez mais como 'indivíduo'. Deixei de fazer muita coisa, deixei de me expressar da maneira como eu queria, por pensar primeiro se fulano aprovaria, se ciclano acharia imoral, e bláh, bláh, bláh. O fato é que o que parece certo para algumas pessoas, para outras pode não ser, e vice e versa. Como minha mãe diz (apesar de não praticar as palavras que profere): "Cada cabeça uma sentença".
Mas como todo ser humano (ou não, né...vai saber?) eu preocupo com a minha integridade moral. Também não vou sair por aí feito uma louca, fazendo ou dizendo tudo o que me dá na telha, é claro! Mas, descobri que sou realmente livre, meu pensamento é livre, minha opinião é livre, por mais que alguns não concordem, ainda assim é a MINHA opinião. Isto não significa que eu não possa mudar de opinião, porque, outra coisa que eu aprendi durante esses anos todos foi a ouvir os outros lados da história e refletir.
Fui criada e educada moralmente pra não me expor de maneira displicente e vulgar. Aprendi direitinho, mamãe! Sei bem me comportar. Mas isto não significa que não posso dar uma gargalhada daquelas que faz todo mundo se incomodar com o riso alto, não me impede de frequentar quantas e quais baladas eu quiser, ou, dançar de maneira ridícula e pagar o maior mico. E, porque sou mulher, não significa que eu não possa falar palavrões, e eu falo muitos!!! Não significa que eu não possa me relacionar com quem e "com quantos" eu quiser (apesar de não gostar desse negócio de "ficar" ou "pegar"). Quem me conhece DE VERDADE, sabe que não sou disso, e sabe também que gosto de relacionamentos duradouros, com amizade e cumplicidade e não fricotes de uma noite e nada mais.
Aí, alguém vai ler isto aqui e vai se perguntar: "Mas, se ela não se importa, por que tá dizendo tudo isso nesse texto?"
É porque as vezes, sinto as minhas orelhas queimarem, aparentemente sem motivo...rs
Não! Claro que não é isso!
Eu disse, no começo, que não me importo mais com a opinião alheia sobre a mim e a vida que eu levo, mas, não significa que eu não vá me incomodar com ironias e piadinhas infames a meu respeito, que eu percebo no ar por aí. E acredite se quiser...até minha mãe faz isso, sem querer, mas, faz. O fato é que, estou solteira há quase três anos (por opção!). Eu precisava, e, ainda preciso desse tempo sozinha. E, não! Não estou me colocando à disposição! Deus me livre!!!
Enfim, chegamos ao fim to texto! O que eu realmente queria dizer com tudo isso é: Vou onde eu quiser, faço o que eu quiser, saio com quem eu quiser, 'dou' pra quem e pra quantos eu quiser, e ninguém tem nada a ver com isso a não ser eu mesma!!!
E se tem alguém incomodado com isso, por gentileza...Primeiro, pague todas as minhas contas! Assim, talvez lhe concederei o direito de falar sobre mim e a vida que eu levo deixo de levar. Daí, logo depois -VÁ SE FODER-, e cuidar da sua vidinha feliz!

E, siiiiiiiiiiiiiiiiiim...antes que alguém responda com outra: Isto é sim, uma puta d'uma indireta!
E... um delicioso e sonoro -FODA-SE!- pra quem de repente se ver vestido com essa carapuça :-D
Peguei pesado, eu sei. Mas, as vezes é necessário apertar o foda-se e ser feliz ;-)
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
No limite.
Eu estava aqui, numa faxina doida em casa, e esses pensamentos me incomodando, martelando minha cabeça e meu coração. Tive que interromper a faxina pra escrever um pouco.
Acho que eu cheguei no meu limite!
Terei que colocar um ponto final nessa história. Só de pensar em fazer isso, me dá calafrios, porque sei que vou sofrer, sei que vai doer, vai demorar "denovo" pra eu me recuperar, mas não tenho outra saída. Ou é isso, ou continuar com esses pensamentos me atormentando à toda hora do dia. Ficar pensando em possibilidades que estão longe de se tornarem reais. Ficar pensando em "se". Agora quero saber do que "é", porque o "se" tá ocupando muito espaço na minha vida. Chega! Tô cansada de deixar rolar e esperar pra ver no que vai dar, porque me dei conta de que não vai dar em nada.
Ultimamente não tenho conseguido disfarçar minha insatisfação. O problema é que ela se reflete sobre quem não tem nada a ver com a história. E quem deveria se tocar, nem imagina, nem sonha, ou, finge que não percebe, e concorda que está tudo bem, quando eu digo que está tudo bem, porque é claro que isso é conveniente...muito conveniente.
Não! Eu não quero que ninguém advinhe o que eu quero ou o que sinto, mas, diante dos fatos, não é preciso ser vidente ou esperar que eu fale alguma coisa pra se dar conta de que não ando bem. Eu quero mais, muito mais do que "só isso" que sobra pra mim. Eu mereço muito mais.Nada de "coitadismo" porque entrei nesse barco sabendo que era um barco furado e que ele iria afundar com o tempo e o peso dos acontecimentos, e que ainda pior; no naufrágio não teria ninguém pra me salvar do afogamento nas mágoas!
A culpa é toda minha! E se a culpa é minha...eu vou ter que tomar uma atitude.
Enfim....é isso.
Agora: Devolta à faxina!
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Por enquanto, ainda só...
Ando tão de saco cheio, sabe!
A solidão que antes era minha melhor companhia, agora passa a ser minha algoz. E me tortura de minuto em minuto, soprando no meu ouvido: "-Você está sozinha!" Como se eu não soubesse disso.
Me sinto sozinha e vazia. To sempre me doando demais sem receber em troca. Antes eu não me importava, mas há um tempo eu deixei de ser totalmente altruísta e passei a exercitar meu egoísmo. Parei de olhar para o umbigo dos outros e passei a perceber que eu também tenho um umbigo pra cuidar. Eu tô cansada de fazer pelos outros o que eu gostaria que fizessem por mim.Eu sei qual o motivo do meu vazio, eu sei o que me falta. Mas o que me falta é justamente o que eu não posso ter. Irônico, não?
Quero um "cúmplice" para os meus "crimes" (essa foi a maneira metafórica que encontrei, de dizer que cansei de ser sozinha) Mas um cúmplice à minha altura, que seja destemido e que tenha a mesma coragem, ou, mais do que eu tenho, de enfrentar tudo de peito aberto.
Alguém pra fazer as coisas comigo. Alguém que me dê a mão à luz do dia. Alguém pra me acordar com um beijo de bom dia. Alguém que faça sacrifícios por mim também. Alguém pra me animar nos meus momentos de fraqueza. Alguém que me abrace quando eu estiver com medo. Alguém pra conversar, e que não me pergunte coisas só por perguntar, sem interesse na resposta. Alguém que possa à qualquer hora do dia ou da noite vir em meu socorro, se eu precisar. Alguém pra comtemplar a paisagem, admirar o céu e as estrelas comigo. Alguém que me leve pra almoçar, mesmo que seja na barraca de hot dog da esquina. Alguém que vá comigo à padaria, simplesmente pelo prazer de estar em minha companhia. Alguém que não me limite. Alguém pra me instigar ao melhor que há em mim.
É muito pedir todas essas coisas de alguém? Acredito que não, porque sempre fui assim e sempre fiz todas essas coisas, sem medir esforços.
Já ouvi muitas pessoas me dizerem que temos o melhor dentro de nós mesmos, e que não precisamos de ninguém pra trazer esse melhor à tona. O fato é que vi pouquíssimos conseguirem essa façanha. É fato também que este não é o meu caso, porque tenho tentado todo esse tempo, e os meus metodos não estão surtindo efeito.
Ultimamente nada me anima, nada me faz feliz, nada me atrai. Parece que as minhas forças zeraram. E eu não sei como sair dessa onda deprê. Por enquanto esgotei as minhas tentativas. Nenhuma deu resultado.
Sei lá! Perdi até a vontade de escrever...
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Meus pensamentos a cada segundo...
"E quando me for conveniente, me farei visível...bem visível! Tão visível que te cegarei as vistas".
***
"Quando nos calamos, nos privando de falar o que pensamos e sentimos, os pensamentos vão se acumulando e se misturando. A cabeça passa a funcionar como um grande liquidificador, ligado 24 horas, tentando moer tudo e transformar numa deliciosa vitamina para o coração. O problema é que na grande maioria das vezes, essa vitamina é indigesta, e dela não se tira proveito algum".
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Sobre o amor que sinto por você.
Ah, se eu tivesse coragem de me declarar...Eu te diria assim:
Quando olho pra você, fico imaginando meu futuro. E como seria se eu o tivesse conhecido antes, se eu teria alguma chance. Quando você sorri perto de mim, teu sorriso manda pra longe as núvens escuras e o meu dia se ilumina.
Quando estou perto de você, uma estranha, mas, agradável força toma conta de mim. Quando ouço tua voz, meus pêlos se arrepiam, minha pele grita que te quer mais perto de mim. Quando suas mãos me tocam, é difícil manter o controle, e num impulso eu te tocar de volta. Teu cheiro eu sinto de longe, e não posso te olhar nos olhos, se não, me entrego logo de cara. Por muitas vezes precisei te evitar pra esse sentimento não crescer na velocidade da luz. Mas meu esforço parece inútil, pois não consigo parar de te admirar, cada dia mais, e mais...
O amor que eu sinto não é aquele convencional que os humanos se condicionaram a sentir. Não é aquele que se sente dono, que quer ter o controle de tudo, aquele amor que acorrenta.
E quem foi que te disse que eu não sinto ciúmes? Aposto que você nem imagina! Mas, o amor que eu sinto é aquele que deixa ir e voltar quando quiser, pois meu amor não tem chaves, não tem segredos, não tem portas, não tem regras, não tem bem e mal, não tem certo e errado, não espera reconhecimentos e recompensas. Não quero ser sua dona, e nem dona de nada do que é seu. Só quero que você também me queira.
Quero cuidar de você, das tuas gripes e ressacas. Te ouvir contar como foi seu dia enquanto tomamos café. Quero as cuecas no banheiro, as toalhas molhadas em cima da cama e todos os defeitos incluídos nesse pacote. Quero ouvir suas novas idéias, toda a sua maluquice e inconstância. Quero também, todos os seus problemas. Já te dei minha lealdade, o melhor de mim está nas tuas mãos e você nem percebeu. Eu nunca mancharia teu nome.
Mas, queria também, dividir meus problemas e defeitos com você. Te ensinar as coisas legais que eu sei. Te ouvir me chamar de chata (porque sei que sou), enquanto ri de mim...por que não? E com um simples abraço seu, todo o meu mau humor se desfará. Queria adormecer olhando pra você, segurando sua orelha, enquanto você mexe nos meus cabelos...sentindo sua respiração e todo o frisson, resultantes de carícias e chamegos. Eu também queria chegar e encontrar sua porta aberta, assim como a minha sempre está pra você.
Quero comemorar contigo as tuas e as minhas conquistas, quero ser parte delas e você, parte das minhas. Estar sempre por perto, e assim como você se tornou pra mim, eu ser teu porto seguro, um farol no mar, se um dia você se sentir perdido, quero ser a luz a te guiar pra terra firme, e quem sabe até te mostrar uma nova direção. É assim o amor que eu sinto por você.
Já te dei vários sinais dos acontecimentos, e deixei muita coisa no ar, subentendida, mas não consigo entender esse meu medo de admitir de vez que te amo e que te quero por inteiro, e não só o teu sexo. E de te confessar todas essas coisas. Ao invés disso, num mecanismo de defesa, acabo fingindo que não me importo, talvez com medo de saber que você não se importa, e que nada do que eu sinto é recíproco. E então, fico sofrendo essa tortura diária.
Mas preciso te dizer também, que, talvez esse amor que eu sinto, um dia se acabe. Não sei se posso esperar que um dia haja alguma ponte nesse abismo de complicações, porque não sei se você algum dia cogitou as mesmas coisas à meu respeito. Está além das minhas possíbilidades prometer um "pra sempre", diante de todas as minhas e as suas incertezas. Enquanto isso, só me resta cantar aquela música que diz: "Se você quiser alguém pra ser só seu, é só não se esquecer, estarei aqui".
Acho que era tudo isso que eu queria te dizer.
Mas preciso te dizer também, que, talvez esse amor que eu sinto, um dia se acabe. Não sei se posso esperar que um dia haja alguma ponte nesse abismo de complicações, porque não sei se você algum dia cogitou as mesmas coisas à meu respeito. Está além das minhas possíbilidades prometer um "pra sempre", diante de todas as minhas e as suas incertezas. Enquanto isso, só me resta cantar aquela música que diz: "Se você quiser alguém pra ser só seu, é só não se esquecer, estarei aqui".
Acho que era tudo isso que eu queria te dizer.
sábado, 22 de setembro de 2012
Andando Em Círculos
Eu sempre falo em respirar novos ares, fazer coisas diferentes, mas parece que ultimamente eu estou cega, andando em círculos. Parece que eu não consigo sair desse buraco fundo onde eu me escondi. Ando, ando, ando e parece que estou sempre no mesmo lugar. Sempre esperando pelas mesmas coisas, sabendo que não há nada a esperar. Mas sei qual é meu problema; É que as vezes eu tenho a audácia de duvidar do meu potencial e da minha capacidade. Me falta também a consciência de que não devo, nunca, esperar nada de ninguém. Tá todo mundo excessivamente preocupado com o entorno do próprio umbigo, e eu, como sempre, me esqueci do meu pra tomar conta do umbigo dos que estão ao meu redor. Acho que tá na hora d'eu olhar só para o meu umbigo também. Quem sabe assim alguma coisa funcione pra mim? sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Dia bom, dia muito bom!
A galera que me conhece, sabe que nunca fui do tipo tiéte, mas ele
tava dando sopa no stand da Meteoro e a chatona aqui foi encher o saco
do cara...hehehe. Esse eu não podia deixar passar em branco.
Mano, sério...as vezes assisto Programa Raul Gil só pra ver esse cara comentar sobre os calouros. Me racho
com ele...Mas, o que mais gosto, além de dar boas risadas com ele, é
que, ele fala o que pensa sobre as apresentações dos candidatos. Melhor
alertar o calouro sobre seus erros e o(a) dito(a) procurar melhorar sua
performance, do que mentir dizendo que tá bom e a pessoa continuar
errando. E, ao contrário do que parece na TV com seu comportamento
aparentemente arrogante, é na verdade um gentleman...mega simpático!
Valeu pela foto, Regis Tadeu.
O foda de sermos sinceros e impulsivos na hora de falar as coisas, é que, quase sempre seremos rotulados como arrogantes.
O Bira também...praticamente uma personagem. Não perdoei e pedi um click...hehehe
Depois disso tudo, e de todos os lançamentos maravilhosos que conheci na Expo Music 2012, saí de lá desesperada pra chegar até a Paes de Barros. Ontem foi meu primeiro dia de curso de Web Design, e eu já cheguei atrasada. Tive só 40 minutos de aula.
Esqueci de me informar sobre o itinerário do Expo Center Norte até a Paes de Barros. Dei uma mega volta, cheia de manobras, e provavelmente fiz o percurso mais difícil possível, mas cheguei... levando uma bronca do professor, e descobrindo que sou a única mulher da sala...Ah vá! Eu tô sempre me intrometendo nos Clubes do Bolinha alheios...rs
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Post Ridículo!
Sabe, as vezes venho aqui no blog, abro a caixa de texto e fico olhando ela, em branco, por mais ou menos quinze minutos, as vezes mais. Fico tentando achar palavras pra colocar aqui, pra ver se consigo aliviar meu coração. Na maioria das vezes eu desisto e fecho o blog sem postar nada, e as vezes escrevo um monte de coisas sem sentido, que só fazem sentido pra mim. Agora mesmo, passei o mouse pelo "xizinho vermelho" várias vezes. Mas decidi continuar. O que dizer, exatamente, eu não sei, mas, mesmo assim vou continuar.
Na maioria das vezes falo sobre meus sentimentos. Basta um dissabor e pronto! Corro aqui desabafar. Incrível como não vim aqui no último sábado contar sobre minha empolgação em voltar a estudar. Ganhei uma oportunidade e resolvi abraçar mais uma, que veio logo na sequência. Mas, não! Isso não foi motivo pra eu vir aqui.
Me lembro que há um tempo, eu disse querer mais aventura e emoção na minha vida. Mas não era exatamente esse tipo de emoção e aventura que eu to vivendo agora. Queria que alguém que se arriscasse por mim também, se aventurasse junto comigo, e não, alguém por quem eu me aventuro inconsequentemente. Poxa, tenho tanta coisa boa pra dividir. Eu até enxergo e entendo o abismo de complicações que existe entre a gente, mas, pra mim é inevitável esperar algum tipo de esforço.
Me lembro que há um tempo, eu disse querer mais aventura e emoção na minha vida. Mas não era exatamente esse tipo de emoção e aventura que eu to vivendo agora. Queria que alguém que se arriscasse por mim também, se aventurasse junto comigo, e não, alguém por quem eu me aventuro inconsequentemente. Poxa, tenho tanta coisa boa pra dividir. Eu até enxergo e entendo o abismo de complicações que existe entre a gente, mas, pra mim é inevitável esperar algum tipo de esforço.
Tudo bem que, eu entro numa crise existencial pelo menos uma vez por semana, quando mudo toda a minha rotina, e fico só esperando. Aliás, eu tô sempre esperando algo mais, que nunca vem. E eu, não tenho como reclamar, não tenho o que reinvindicar, não tenho pra quem contar tudo isso, não tenho alguém pra conversar sobre as coisas que eu sinto e, sobre as minhas crises, então...me sobra meu blog. Aí...venho pra cá tentar escrever tudo de uma maneira que ninguém saiba do que eu to falando. Não sei se isso faz algum sentido pra quem lê, enfim, pra mim, faz todo. Mas, enquanto escrevo tudo isso, ainda sem saber direito o que escrever, já perdi as contas de quantas vezes pensei em fechar a janela do blog. E eu vou parar por aqui, porque não tenho a menor idéia de como terminar esse post ridículo.
Chega! - Totalmente sem saco!
Pelo menos dessa vez eu também não fechei a janela do blog sem publicar o texto escrito.
sábado, 15 de setembro de 2012
Tortura Voluntária
Sabe a expressão: "Quem procura, acha"? Então, é mais ou menos por aí mesmo.
Acho que eu tô é procurando confusão. Quem está complicando as coisas na verdade sou eu. Digo complicando, porque tô fantasiando uma parada que eu sei desde o início que não existe, não tem como dar certo. Fico pensando em tudo de melhor que eu tenho pra oferecer, inclusive os meus defeitos...por que não? Todo mundo tem os seus. Tenho tanta coisa boa pra compartilhar, mas não posso. Não dá tempo de mostrar como eu posso fazer a diferença. É a vida nos pregando peças, e fazendo a gente conhecer as pessoas certas na hora errada.
Tipo...eu sei o que eu tenho que fazer, mas, não é tão simples assim: -"Vai, faz e pronto". Porque no meio disso tudo, mesmo com todos os sinais e avisos de que a coisa toda não tinha como dar certo, cometi a estupidez de me apaixonar. Daí...fico aqui me imaginando num lugar que não é meu e que eu nunca vou ocupá-lo, sentindo ciúmes sem ter o direito de sentir, que dirá demonstrar. Fico de fora, só observando, sem poder fazer nada, sem abrir a boca...só me sufocando, engolindo tudo à seco. E isso é tortura voluntária...eu mesma procuro isso, e, como eu disse no começo: "Quem procura, acha!"
Enfim...que merda!
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
O som do inferno
Eles chegaram em 4 carros e duas motos. Era gente que não acabava mais. Nem consegui contar. Os meninos com suas "lupas" e bonezinhos. As meninas com seus tops e shortinhos. Desceram dos carros e motos e foram tomando conta do lugar, até então, limpo e de uma paz de encher os ouvidos de silêncio e calma.
A vizinhança só observava aquele movimento estranho ao local. Um dos rapazes abre então a tampa do porta malas de seu carro, e, eis que surge de lá de dentro um som tão grave, tão grave que meu cérebro saiu correndo pra dentro do mato e demorou alguns minutos pra voltar pro lugar. Frases desafinadas narravam um filme pornô, acompanhadas por umas batidas esquisitas: "Tu tchá tchu cu tu tchá, tu tchá tchu cu tu tchá", e as meninas "descendo até o chão". Um barulho tão insuportável que até os patinhos e as galinhas correram se esconder. Nas árvores ao redor, não ficou um só passarinho se quer. Uma cena insólita que definitivamente não combinava com o lugar de natureza explêndida, e exuberante. E nas faces de toda aquela gente que ouvindo aquele som infernal, dançava a dança do acasalamento, estava estampada a mais perfeita imagem da falta de respeito e de bom senso.
Minha reação? Após conversar civilizadamente com o rapaz do "carro de som", pedindo para que pelo menos diminuísse o volume daquilo que ele chamava de música (mas que, na minha concepção, não é!) E, após ter sido motivo de piadinhas internas e risos da turma, e, de constatar o meu pedido negado, só vi uma solução: Pedi misericórdia à Deus! Aquilo não era justo, pois, me ausentei da cidade grande para ter paz por pelo menos um final de semana, e fui me esconder no meio do mato, a fim de ouvir somente o som dos bichos e das folhas das árvores balançando ao vento. Não era justo o Demônio mandar aquela turma justamente para onde fui me esconder. Eu já estava perdendo a esperança de ter noites maravilhosas de silêncio para um sono reparador. Deus é tão maravilhoso! Ouviu minhas preces!
De repente, interromperam o som. O rapaz fechou o porta malas, todos entraram em seus carros, subiram em suas motos e sumiram, deixando o rastro de sua passagem pelo lugar. Daquele som infernal e xulo e das cenas de "quase sexo em público" só restaram alguns maços de cigarros e latinhas de bebidas alcoólicas vazias no chão, que, sinceramente: Dos males foi o menor e de fácil reparação, pois, recolhi tudo e coloquei no seu devido lugar. Mas, ainda fiquei traumatizada por algumas horas, achando que meu feriado iria por água abaixo, quando aquela turma dos infernos voltasse. Felizmente não foi o que aconteceu...Eles sumiram mesmo, como num passe de mágica.
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